Fiscom 2026.10.31.6

Novidades da versão

O que mudou no seu Fiscom

Esta versão dispensa a inutilização de numeração no Acre, na Bahia e em São Paulo, libera a emissão de nota por produtor rural pelo CPF e explica melhor a recusa por cadastro irregular.

Versão
2026.10.31.6
Publicada em
31/10/2026
Prazo a observar
11/11/2026
Novidades
3

AC, BA e SP: inutilização de numeração dispensada

A partir de 01/11/2026, empresas do Acre, da Bahia e de São Paulo não precisam mais pedir inutilização de numeração de NF-e e NFC-e — a SEFAZ desativa esse serviço. O número que não foi usado fica simplesmente sem uso.

  • Nesses estados, o botão Inutilizar passa a apenas marcar o número como não utilizado no sistema, sem enviar nada à SEFAZ.
  • NFC-e rejeitada que estava parada na contingência também é resolvida assim, sem ficar tentando de novo.
  • Nos demais estados, nada muda.

NOVO: emissão por produtor rural (CPF)

Produtor rural com inscrição estadual no CPF já pode emitir NF-e e NFC-e pelo sistema, com certificado digital e-CPF.

  • Cadastre a empresa como pessoa física, com o CPF e a inscrição estadual de produtor rural.
  • A SEFAZ exige série entre 920 e 969 para quem emite pelo CPF. Se a série estiver fora dessa faixa, o sistema avisa antes de transmitir.
  • Fale com o suporte para configurar.

Mensagem clara para empresa com cadastro irregular

Quando a SEFAZ recusar a nota porque a inscrição estadual ou o CNPJ da empresa está irregular, o sistema explica o motivo e orienta a resolver com o contador.

Versões anteriores

As 107 novidades publicadas antes desta versão, na ordem em que saíram. Abra a que interessa.

NOVO: DANFE da NF-e no modelo da Reforma Tributária

NOVO: DANFE da NF-e no modelo da Reforma Tributária

A partir de 01/12/2026 a SEFAZ exige um novo modelo de DANFE para a NF-e, com os impostos da Reforma Tributária. O sistema já sai nesse modelo — na tela, na impressão e no PDF enviado por WhatsApp e e-mail:

  • Regime tributário da empresa no cabeçalho.
  • Quadro Total do IBS / CBS / IS, logo abaixo do total do ICMS.
  • Em cada produto: CST e CFOP, as bases, as alíquotas e os valores de ICMS, IBS, CBS, IS e IPI.
  • Quadros sem informação (transportador, por exemplo) deixam de aparecer.
  • No PDF, a forma de pagamento aparece nos dados adicionais.
NOVO: aviso de versão nova na barra do topo

NOVO: aviso de versão nova na barra do topo

Quando houver uma versão nova do sistema e a atualização for adiada, aparece "Nova Versão Disponível, Atualize" piscando em vermelho na barra do topo, ao lado da vigência do IBPT.

  • Clique na mensagem para abrir a tela de atualização.
  • Enquanto a atualização não for feita, o aviso continua na tela.
Novas regras da SEFAZ para NF-e com nota referenciada Aviso

Antes de atualizar

Novas regras da SEFAZ para NF-e com nota referenciada

O sistema já está preparado para as regras que a SEFAZ passa a exigir nas próximas semanas:

  • A partir de 16/11/2026, a NF-e de devolução e a NF-e complementar só podem referenciar uma nota. Com mais de uma, o sistema avisa ao gravar: faça uma devolução (ou uma complementar) para cada nota.
  • A partir de 14/12/2026, a SEFAZ deixa de aceitar NF-e de venda que referencia um cupom (NFC-e). Por isso a opção Importar NFC-e da NF-e deixa de funcionar nessa data. Para trocar um cupom por NF-e, cancele a NFC-e dentro do prazo de cancelamento e emita a NF-e da venda normalmente.
  • Nota que a SEFAZ autorizar com alerta passa a ser gravada como autorizada.
Reforma Tributária: IBS de 2027 já ajustado

Reforma Tributária: IBS de 2027 já ajustado

Para quem emite com a Reforma Tributária ligada, as notas com data de 2027 já saem com a alíquota do IBS definida em lei para o ano (0,05% estadual e 0,05% municipal).

Produto sem grupo ou sem unidade não fecha a venda

Produto sem grupo ou sem unidade não fecha a venda

O caixa passa a conferir o cadastro do produto antes de montar a nota. Faltando o grupo ou a unidade, a venda é barrada com o nome e o código do produto e a lista do que falta preencher.

  • A unidade a SEFAZ exige: ela vai em cada item da nota, e sem ela a nota é recusada.
  • A venda não se perde. Corrija o produto no Cadastro de Produtos e finalize de novo.
  • A conferência é por produto, então a mensagem aponta exatamente qual deles está incompleto — em vez de a nota voltar da SEFAZ com um erro de arquivo que não diz nada.
Venda com produto sem CST do ICMS volta a ser finalizada

Venda com produto sem CST do ICMS volta a ser finalizada

Produto cadastrado sem o CST do ICMS podia interromper a finalização da venda com uma mensagem de erro técnico. Corrigido: o cálculo do valor aproximado dos tributos agora trata o campo vazio como origem nacional e a venda segue normalmente.

Isso aparecia só em alguns cadastros — por isso a mesma versão do sistema funcionava em uma loja e parava em outra.

NOVO: etiqueta de gôndola na consulta de produtos (F9)

NOVO: etiqueta de gôndola na consulta de produtos (F9)

Na tela de Produtos (Estoque > Produtos), escolha um produto na lista e aperte F9 — ou clique em "F9 | Etiqueta". Sai a etiqueta de gôndola daquele produto, com descrição, código de barras, preço e unidade, em rolo de 100 x 25,5 mm.

  • É uma etiqueta, do produto da linha. Dá para ir de produto em produto na lista, sem abrir o cadastro de cada um — que é justamente o trabalho de quem acabou de mudar preço.
  • A etiqueta abre em pré-visualização: você confere o preço e escolhe a impressora antes de gastar rolo. A impressora de etiqueta quase nunca é a padrão do Windows, então escolha a térmica na janela de impressão.
  • O código de barras é EAN-13. Produto sem código cadastrado: abra o Cadastro de Produtos, apague o campo do código de barras e saia dele — o sistema gera um código interno válido na hora. Produto com código de 8 ou 14 dígitos o sistema avisa antes, em vez de imprimir uma etiqueta que o leitor não lê.
NOVO: o modelo da etiqueta pode ser ajustado por você

NOVO: o modelo da etiqueta pode ser ajustado por você

Na pré-visualização da etiqueta apareceu o botão "Editar modelo". Ele abre o editor, onde dá para mover os campos, mudar o tamanho da letra e o tamanho do papel até a etiqueta cair certo no seu rolo — e gravar. O que você gravar passa a valer para as próximas impressões, sem precisar de atualização do sistema.

Antes de abrir o editor, o sistema guarda uma cópia do modelo como estava, ao lado do arquivo. Se o ajuste não ficar bom, o suporte recupera o modelo anterior em segundos.

NFC-e sem produto nenhum não vai mais para a SEFAZ

NFC-e sem produto nenhum não vai mais para a SEFAZ

Quando uma venda era interrompida no meio da montagem da nota, sobrava uma NFC-e com cabeçalho e sem nenhum produto. Ela ficava na lista e, ao ser transmitida, voltava da SEFAZ com um erro técnico de arquivo que não dizia o que estava faltando.

  • Agora o sistema barra a transmissão e diz com todas as letras que a nota está sem produto, e que a venda não se perdeu — ela continua na Lista de Vendas, e o caminho é refazer a transmissão por lá.
  • E quando algo falha no meio da montagem, o registro de erros passa a dizer em qual item e em qual produto parou. É o que o suporte precisa para resolver em vez de pedir para você tentar de novo.
Ajustes na forma de cálculo dos impostos

Ajustes na forma de cálculo dos impostos

A forma de cálculo dos impostos do item foi revisada e ajustada, atendendo às novas exigências fiscais. O ajuste vale das próximas notas em diante — notas já autorizadas não mudam.

Contingência recusada: corrigir o produto volta a resolver

Contingência recusada: corrigir o produto volta a resolver

Nota em contingência que a SEFAZ recusou por causa da tributação de um item — CSOSN, CST, CFOP ou NCM — volta a ser resolvida do jeito mais simples: corrija o produto no cadastro e transmita de novo.

  • A nota é refeita com o cadastro corrigido e mantém a mesma chave de acesso do cupom que o cliente levou impresso. O item não faz parte da chave, então corrigi-lo não gera outro documento.
  • Antes de enviar, o sistema confere a nota refeita contra a que foi impressa: chave, valor total e formas de pagamento. Batendo as três, segue a corrigida.
  • Não batendo — valor ou forma de pagamento diferentes, que é o que realmente mudaria o documento —, a nota é transmitida exatamente como foi emitida, e aí o caminho continua sendo inutilizar o número.

A mensagem de recusa passou a dizer isso com todas as letras, logo abaixo do item apontado.

A recusa da SEFAZ já se anuncia no título da janela

A recusa da SEFAZ já se anuncia no título da janela

Quando a mensagem é resposta da SEFAZ, a janela abre com o título "Retorno do Sefaz:" em vez de "Atenção :".

Parece detalhe, mas não é: "Atenção :" é o título que o sistema usa para defeito interno. Lendo aquilo numa recusa, o operador achava que o sistema tinha quebrado — quando na verdade a nota chegou à SEFAZ, voltou, e o que falta é um dado. Vale no caixa, na NF-e e na retransmissão de contingência. Erro que não veio da SEFAZ continua com o aviso de sempre.

A recusa da SEFAZ passa a dizer QUAL item está errado

A recusa da SEFAZ passa a dizer QUAL item está errado

Quando a SEFAZ recusa uma nota por causa da tributação de um item — CSOSN, CST, CFOP ou NCM —, nem sempre ela diz qual item. Em algumas recusas a mensagem chega com um `%s` no lugar do número, e a tela repetia esse texto sem mais nada: com trinta itens na nota, não havia por onde começar.

  • Agora o sistema confere a nota que foi recusada e mostra o item na própria mensagem, com código e descrição do produto — e diz o que está errado nele, em português.
  • Quando a SEFAZ informa o número do item, o sistema mostra aquele item, também com código e descrição: não é mais preciso contar as linhas da nota para descobrir qual produto é.
  • Vale na retransmissão pela aba Contingência e no resumo do lote, quando você manda várias de uma vez.
  • Se o sistema conferir e não encontrar nenhum item naquela situação, ele diz isso em vez de ficar calado — assim você sabe que ele olhou.

Nota de contingência já impressa e entregue tem conselho diferente, e o aviso agora dá o certo: ela é retransmitida exatamente como foi emitida, então corrigir o Cadastro de Produtos acerta as próximas vendas e não aquela nota. Para aquela, o caminho é inutilizar o número.

Duas recusas comuns no cupom ganharam explicação de o que fazer:

  • CSOSN 101, 201, 202 e 203 não valem em NFC-e: eles passam crédito de ICMS ao comprador, e venda a consumidor final não gera crédito. No varejo, produto de substituição tributária (ST já recolhida na compra) é 500; produto tributado normal é 102.
  • CST 10, 30, 50, 51 e 70 também não: são de ST a recolher, suspensão ou diferimento, que o cupom não faz. Se a ST já foi recolhida na compra, o CST é 60; se é devida mesmo, a venda sai por NF-e.
NOVO: controle de validade de produto

NOVO: controle de validade de produto

Para quem trabalha com perecível: o sistema passa a avisar o que está vencendo, na abertura, sem ninguém precisar lembrar de olhar.

Como ligar, uma vez só: em Cadastro de Empresa > Ajustes Gerais, marque "Controle validade de produto". Enquanto estiver desmarcado nada muda — nem a aba aparece.

  • No Cadastro de Produtos, aba Adicionais, apareceram os campos Validade e Lote. É uma data por produto: comprou lote novo, atualize a data.
  • O lote não decide nada — quem manda no aviso é a validade. Ele serve para achar a caixa certa na gôndola, e aparece como coluna na lista. Deixar em branco não atrapalha.
  • No Monitor Informativo apareceu a aba Produtos vencendo, com código, código de barras, produto, validade, quantos dias faltam e o estoque.
  • Na abertura do sistema, havendo produto vencendo nos próximos 5 dias, o Monitor abre sozinho já nessa aba. Não havendo nada, a abertura segue exatamente como hoje — sem janela nova.
  • Produto já vencido também entra na lista, com os dias em negativo e no topo. É o caso que mais importa, e escondê-lo seria o pior dos dois mundos.
  • Produto sem data preenchida nunca aparece: o aviso só olha o que você cadastrou.
Consultar pelo código de barras em loja sem certificado digital

Consultar pelo código de barras em loja sem certificado digital

Em loja sem certificado digital, consultar a descrição pelo código de barras terminava numa tela de erro interno falando em falha técnica. Não era falha do sistema: essa consulta é um serviço da SEFAZ, e a SEFAZ exige certificado.

  • Agora o sistema avisa em português o que está faltando e onde se configura, em vez de mostrar uma tela de erro.
  • E a busca da foto do produto continua funcionando: ela não depende de certificado, mas era perdida junto com a consulta.
  • Quando a SEFAZ não responde — internet fora, serviço fora do ar —, a mensagem passa a dizer isso, também em vez de erro interno.
Duplicar NF-e voltou a funcionar Aviso

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Duplicar NF-e voltou a funcionar

Desde 7 de outubro, duplicar uma NF-e parava com uma tela de erro interno — *"Field 'DH_AUTORIZACAO' not found"*. Acontecia em qualquer loja com o banco atualizado, e não tinha nada a ver com o cadastro nem com o banco da sua loja.

Corrigido, e pela raiz: a cópia da nota passa a ignorar sozinha os campos que a tela de destino não usa, em vez de depender de uma lista que precisava ser mantida a cada novidade do sistema.

Nota AUTORIZADA que ficava "em aberto" no sistema Aviso

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Nota AUTORIZADA que ficava "em aberto" no sistema

Caindo a internet no meio do envio de uma NF-e, podia acontecer o pior tipo de problema: a nota era autorizada na SEFAZ e continuava aberta no sistema — sem protocolo, sem DANFE para o cliente e sem XML para o contador. Transmitir de novo voltava "duplicidade" e não resolvia, e o caminho natural era emitir outra nota para a mesma venda.

  • Corrigido. Nota que já tem chave de acesso passa a perguntar à SEFAZ antes de ser reenviada. Estando autorizada, o sistema grava tudo — protocolo, XML autorizado, DANFE, estoque e Contas a Receber — sem emitir nada de novo.
  • Se você tem nota nessa situação, abra ela e clique em Transmitir depois de atualizar. O sistema vai reconhecê-la como já autorizada e completar o cadastro dela sozinho. Não emita uma segunda nota.
  • A conferência de cadastro deixou de barrar esse caminho: nota que a SEFAZ já autorizou precisa ser gravada, não revalidada. Antes, um campo faltando no cadastro do cliente impedia até a recuperação.
  • Vale também para o caixa e para a retransmissão em lote da NFC-e, onde o mesmo problema existia. Lá ele era mais discreto e mais perigoso: a venda era gravada com um arquivo cuja assinatura não correspondia ao protocolo da SEFAZ — e é esse arquivo que vai para o contador.
Falha de transmissão passa a ficar registrada

Falha de transmissão passa a ficar registrada

Quando a transmissão falhava por queda de conexão, a mensagem aparecia na tela e sumia dali. Agora o motivo fica no registro técnico do sistema, que é por onde o suporte descobre se o problema é da loja, do provedor de internet ou da SEFAZ — sem precisar pedir para a loja repetir o erro.

NOVO: o sistema busca as fotos do produto e você escolhe qual usar

NOVO: o sistema busca as fotos do produto e você escolhe qual usar

No Cadastro de Produtos apareceu o botão Buscar fotos, logo abaixo da imagem do produto.

  • Ele procura na internet as fotos daquele código de barras e abre uma janela com até cinco sugestões, uma ao lado da outra, dizendo de onde cada uma veio. Clique na que atende e confirme — ou dê um duplo clique nela, que já confirma.
  • A foto escolhida entra no cadastro reduzida a no máximo 400 pixels, que é o tamanho que o sistema usa para não pesar o banco de dados. Ela é gravada quando você grava o produto, como qualquer outro campo.
  • O cadastro precisa estar em edição: clique em Novo ou em Alterar antes.
  • Produto de alimentação e bebida é o que tem mais foto nas bases públicas consultadas — nesses costumam vir de três a cinco. Em limpeza, bazar e similares normalmente vem uma. Não havendo nenhuma para aquele código de barras, o sistema diz isso, em vez de abrir uma janela vazia.
  • Produto sem código de barras não tem como ser procurado: a busca é pelo código.
O sistema continuava rodando por dentro depois de ser fechado

O sistema continuava rodando por dentro depois de ser fechado

Em algumas máquinas, fechar o sistema fazia tudo certo — o backup saía, a janela desaparecia — e o programa continuava vivo por dentro, sem janela nenhuma, consumindo um núcleo inteiro do processador. Aqui ficou quase seis horas assim, e isso só se descobre olhando o Gerenciador de Tarefas.

São duas consequências, e a segunda é a que incomoda de verdade: o computador fica lento sem motivo aparente, e a atualização não entra — o arquivo do sistema fica preso por um programa que ninguém vê na tela.

  • Agora, passando 15 segundos do fim do backup sem o programa terminar, o sistema encerra o processo à força. O arquivo libera e a atualização entra.
  • Junto disso, ele anota no registro técnico o que estava esperando — é o que faltava para o suporte corrigir a causa, e não só o efeito.
  • A contagem só começa depois do backup: backup de base grande passa de 15 segundos e não pode ser interrompido no meio.
  • Vale também para o fechamento automático da meia-noite, que é o pior caso justamente porque não tem ninguém na frente: emperrando ali, o computador passa a noite assim e de manhã ninguém entende por que a atualização não foi aplicada.
A busca da foto do produto não trava mais a tela

A busca da foto do produto não trava mais a tela

  • No Cadastro de Produtos, consultar o código de barras também busca a foto do produto na internet. Essa busca era feita sem limite de espera: se o servidor das fotos demorasse, a janela ficava parada, com "não está respondendo", até a rede desistir sozinha.
  • Agora a espera tem teto: no máximo uns 13 segundos. Passando disso — ou não havendo foto para aquele produto —, o sistema diz o motivo e o resto da consulta continua valendo: descrição, NCM e CEST.
  • O que chega do servidor passa a ser conferido antes de ser usado. Arquivo que não é imagem é descartado em vez de ser gravado como se fosse foto, que era a origem de uma falha interna no Cadastro de Produtos.
Quando o sistema parar de responder, o registro diz o que ele estava esperando

Quando o sistema parar de responder, o registro diz o que ele estava esperando

  • O sistema já guardava um registro técnico quando a janela parava de responder, mas ele apontava apenas o último ponto por onde o programa passou — e isso quase nunca é a causa.
  • Agora o registro diz o que o sistema estava esperando: a SEFAZ, o banco de dados, a impressora, a internet ou a conexão entre as máquinas da loja.
  • O tempo que cada envio de NFC-e leva até a SEFAZ também passou a ser anotado.
  • Nada disso muda a operação. Serve para o suporte resolver no primeiro contato, em vez de pedir para a loja repetir o problema.
O PIX passa a ser declarado corretamente na nota Aviso

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O PIX passa a ser declarado corretamente na nota

Quem recebe PIX por Mercado Pago, Banco do Brasil ou outro banco com retorno estava tendo a venda declarada na nota como PIX estático — o QR fixo colado no balcão, sem vínculo com a venda. Não é o caso de quem cobra com QR gerado para cada venda e recebe a confirmação.

  • Agora a nota sai como PIX dinâmico, com os dados do pagamento junto, como a Receita exige desde setembro de 2025.
  • O PIX estático continua como estático para quem de fato usa o QR fixo: nada muda para esse caso.
  • Quem recebe pelo Mercado Pago passa a ter o pagamento vinculado à nota (instituição e código da transação), do mesmo jeito que o cartão já fazia.
NOVO: PIX pelo Gerencianet, Santander, Sicoob e Bradesco

NOVO: PIX pelo Gerencianet, Santander, Sicoob e Bradesco

Esses quatro bancos já apareciam na lista do Cadastro de Empresa, mas não funcionavam: escolhendo um deles, a venda fechava sem gerar o PIX e sem avisar nada. Agora cobram normalmente, pela mesma tela do Banco do Brasil.

Faltando alguma credencial no cadastro, o sistema diz qual campo está vazio e onde preenchê-lo, em vez de simplesmente não funcionar.

Notas de contingência recusadas com "Data-Hora de emissão atrasada" Aviso

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Notas de contingência recusadas com "Data-Hora de emissão atrasada"

Se as notas da aba Contingência voltavam todas com a rejeição 704 — "NFC-e ou NF-e com DANFE Simplificado Tipo 2 com Data-Hora de emissão atrasada", era defeito do sistema, e está corrigido.

Quando a transmissão falhava e o operador aceitava emitir em contingência, a nota era gravada como se fosse uma venda normal, e não como contingência. A diferença está no prazo: uma nota normal tem poucos minutos para chegar à SEFAZ, enquanto a de contingência tem 24 horas. Por isso aquelas notas eram recusadas por atraso, por mais vezes que fossem tentadas.

  • A nota passa a nascer certa, marcada como contingência desde a hora em que é impressa e entregue ao cliente.
  • As notas que já estão paradas na aba são acertadas sozinhas na tentativa seguinte, tanto pelo botão Transmitir quanto pela regularização automática do Retaguarda.
  • Nota parada há menos de 24 horas é autorizada normalmente. Nota mais antiga já perdeu o prazo da SEFAZ: ela é recusada por data e o número é inutilizado automaticamente, que é o encerramento correto de uma numeração que a SEFAZ nunca registrou. Fale com o seu contador sobre as vendas correspondentes.
Empresas MEI — o CSOSN dos produtos pode estar travando a venda Aviso

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Empresas MEI — o CSOSN dos produtos pode estar travando a venda

A SEFAZ só aceita do MEI os CSOSN 102 ou 300 na NFC-e (e 102, 300, 400 ou 900 na NF-e). Qualquer outro é recusado — é a regra 782 da NT 2024.001, em vigor desde abril de 2025.

O Diagnóstico Fiscal passou a conferir isso. Se a sua empresa é MEI e tem produto com outro CSOSN (o 500, de substituição tributária, é o caso mais comum), ele aparece na lista para corrigir, com confiança alta.

  • O CFOP é corrigido junto, e isso é importante: CFOP de substituição tributária (5405) exige CSOSN 500. Trocar só o CSOSN faz a nota voltar com a rejeição 386 — duas viagens para o mesmo cadastro. O Diagnóstico muda os dois de uma vez, para 102 e 5102.
  • Produto que tem substituição tributária no estado continua marcado como tal no cadastro. O que muda é o que vai na nota: o MEI não declara o CSOSN 500.
  • Se a sua empresa já passou do limite do MEI e deixou de ser, o certo não é mexer nos produtos: é corrigir o CRT em Cadastro de Empresa. Confirme com o seu contador antes.
Monitor SEFAZ: a NFC-e aparecia como "fora do ar" sem estar

Monitor SEFAZ: a NFC-e aparecia como "fora do ar" sem estar

O painel mostrava "NFC-e fora do ar" com o motivo *"Nenhum arquivo de Schema encontrado"*, mesmo com a SEFAZ funcionando normalmente. Era defeito do sistema, não do serviço — a consulta da NFC-e procurava os arquivos numa pasta que não existe.

Isso importa porque um "fora do ar" falso é o tipo de coisa que leva alguém a emitir em contingência sem precisar.

Agora o painel só acusa queda quando ela é real. Se o cartão da NFC-e ficar vermelho depois desta atualização, é a SEFAZ mesmo.

NOVO: Diagnóstico Fiscal — o sistema confere a tributação de todos os produtos

NOVO: Diagnóstico Fiscal — o sistema confere a tributação de todos os produtos

Em Fiscal > Diagnóstico Fiscal. Ele passa produto por produto e compara a tributação cadastrada com o que o XML das suas compras mostra, com a lista de substituição tributária do seu estado, com as tabelas oficiais (CEST, monofásicos) e com os impostos padrão da sua empresa.

  • Cada sugestão vem com a fonte (de onde saiu) e a confiança (alta, média ou baixa), e o porquê escrito em português. Clique na linha para ver campo por campo; duplo clique abre o produto.
  • Você marca o que concorda e clica em Aplicar. Nada é gravado antes disso.
  • O Aplicar grava só o que tem confiança média ou alta. O que é de confiança baixa aparece na lista com "conferir à mão", porque depende de informação que o sistema não tem — produto de uso automotivo é o caso mais comum.
  • A análise anda em lotes e pode ser parada no meio.
NOVO: Extrato de Impostos — quanto a loja pagou e onde pode economizar

NOVO: Extrato de Impostos — quanto a loja pagou e onde pode economizar

Em Fiscal > Extrato de Impostos. Mostra o faturamento do mês separado por como a nota saiu (tributado, substituição tributária, monofásico, isento), o ICMS destacado nas vendas, as compras do mês com o ICMS-ST retido pelo fornecedor, e o imposto estimado.

  • Compara o seu regime com os outros: e se fosse Simples, Lucro Presumido, Lucro Real.
  • Mostra a economia possível corrigindo o cadastro: venda que era ST e saiu tributada, venda monofásica que saiu tributada, ICMS pago duas vezes.
  • Para quem é MEI, troca o cartão do imposto pelo faturamento do ano, que é o que decide o limite.
Produtos sem NCM: o sistema busca o código para você

Produtos sem NCM: o sistema busca o código para você

Produto com NCM em branco ou zerado não emite nota — o NCM é obrigatório — e também impede o sistema de conferir a tributação dele.

No Diagnóstico Fiscal apareceu o botão "Buscar NCM dos N sem NCM". Ele procura o código de três formas, nesta ordem:

1. no XML das suas compras, quando o fornecedor classificou o produto;

2. em produtos parecidos do seu próprio cadastro — se "ABRAÇADEIRA NYLON 140MM" já tem NCM e a de 100MM está vazia, ele usa o mesmo. É a melhor fonte: foi você ou o seu contador que classificou;

3. por consulta pela descrição do produto, para o que sobrou.

  • A consulta leva cerca de um segundo por produto, com barra de progresso e botão Parar. Pode parar e continuar depois: ela não repete o que já consultou.
  • O NCM encontrado NÃO é gravado direto. Ele entra como sugestão na lista, para você conferir e aplicar. A sugestão pela descrição acerta a maior parte, mas erra algumas — e o NCM decide toda a tributação do produto. Confira antes de aplicar, principalmente onde o valor da nota é alto.
Clientes de GOIÁS: o sistema passa a saber a lista de ST do estado

Clientes de GOIÁS: o sistema passa a saber a lista de ST do estado

O Diagnóstico Fiscal agora conhece a lista oficial de mercadorias sujeitas a substituição tributária em Goiás, com as margens (MVA) atualizadas.

Antes, o sistema só sabia que um produto *pode* ter ST em algum estado, e por isso não afirmava nada. Agora ele diz se tem ou não tem ST em Goiás — e aponta os produtos que estão cadastrados como ST sem ser.

Fale com o suporte para habilitar no seu sistema.

De 3 de novembro, a Receita Federal passa a conferir o CRT e o CNPJ Aviso

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De 3 de novembro, a Receita Federal passa a conferir o CRT e o CNPJ

Leia este bloco antes do dia 3. É a Nota Técnica 2026.007, e não é ajuste de sistema: é conferência de cadastro. A partir dessa data a SEFAZ compara o que vai na nota com o cadastro da Receita Federal, e recusa a nota quando não bate.

  • Confira o CRT da sua empresa (tela da Empresa, campo Código do Regime Tributário): 1 e 2 para Simples Nacional, 3 para Regime Normal, 4 para MEI. Ele tem de ser o mesmo regime que a Receita tem para o seu CNPJ — consulte em www8.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional. Se a sua empresa mudou de regime e o cadastro ficou para trás, toda nota passa a ser recusada. Confirme com o seu contador antes de trocar: esse campo decide se a nota sai com CST ou com CSOSN.
  • CNPJ de cliente baixado ou suspenso passa a barrar a nota. Vale para quem tem cadastro antigo com CNPJ que não existe mais. A situação do CNPJ se consulta em solucoes.receita.fazenda.gov.br/Servicos/cnpjreva.
  • O mesmo vale para o CNPJ do local de entrega e do local de retirada, quando usados.
Quem usa a maquininha SuperTEF precisa MARCAR uma caixa Aviso

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Quem usa a maquininha SuperTEF precisa MARCAR uma caixa

A configuração do SuperTEF ganhou a chave Ativar SuperTEF, em Cadastro de Empresa > Configurações Gerais > Configuração do SUPERTEF, logo abaixo da Chave Client.

  • Antes, o que ligava a maquininha era simplesmente ter o Token e a Chave Client preenchidos. Quem quisesse desligar tinha de apagar a credencial e digitar tudo de novo depois.
  • Agora a escolha é sua, e fica à vista. A caixa nasce DESMARCADA nesta atualização — inclusive para quem já usava —, porque credencial gravada não quer dizer que a loja usa a maquininha: ela fica no cadastro de quem testou uma vez e de quem desistiu.
  • Se a sua loja cobra na maquininha SuperTEF, marque a caixa depois de atualizar. É uma vez só. Enquanto estiver desmarcada, o sistema não fala com a maquininha e o PIX sai como PIX estático.
  • A caixa só grava marcada com o Token e a Chave Client preenchidos: sem eles, a venda sairia do caixa para a maquininha e falharia lá, com o cliente esperando.
Notas de contingência que ficaram na aba "Duplicidade" Aviso

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Notas de contingência que ficaram na aba "Duplicidade"

Até esta versão, transmitir pela aba Contingência podia devolver a recusa 539 — Duplicidade de NF-e, com diferença na Chave de Acesso, e a nota ia parar na aba Duplicidade. Lá ela parava de ser tentada, inclusive pela transmissão automática que roda sozinha de meia em meia hora.

  • Corrigido: a nota de contingência passa a ser transmitida exatamente como foi emitida e impressa. Antes, a tela montava a nota de novo na hora de transmitir, e a chave saía diferente da que está no cupom que o cliente levou — era disso que a SEFAZ reclamava.
  • Pelo mesmo motivo, sumiram duas recusas que vinham junto: "Total dos pagamentos menor que o total da nota" e o travamento por CEST inválido. Nota já emitida e entregue não é mais barrada por conferência de cadastro: ela precisa ser transmitida, e quem recusa, se for o caso, é a SEFAZ.
  • Se há notas paradas na aba Duplicidade, fale com o suporte depois de atualizar. Existe um script que devolve essas notas para a aba Contingência, e a partir daí elas voltam a ser transmitidas sozinhas.
PIX: a nota volta a declarar PIX estático

PIX: a nota volta a declarar PIX estático

  • Na atualização passada o PIX passou a ir na nota como "PIX dinâmico". A SEFAZ, nesse caso, exige os dados de quem processou o pagamento — e as notas de PIX começaram a ser recusadas com "Não informados os dados do cartão de crédito/débito nas Formas de Pagamento".
  • Corrigido: o PIX volta a ser declarado como estático, que é como vinha sendo autorizado. Nada muda na operação do caixa.
A recusa da SEFAZ agora começa dizendo de quem veio

A recusa da SEFAZ agora começa dizendo de quem veio

  • A mensagem abre com "Retorno do Sefaz:", seguida da rejeição e do texto da própria SEFAZ. Antes ela aparecia sem essa linha, e era comum achar que o sistema tinha quebrado — quando, na verdade, a nota chegou à SEFAZ e voltou pedindo um dado.
  • A explicação da recusa de pagamento em cartão/PIX foi reescrita em português de balcão, com o que fazer em cada caso e a informação que mais importa no momento: não é defeito do sistema, e a venda não foi perdida.
  • Essa explicação já existia na tela de NF-e e não aparecia no caixa, que é por onde quase toda nota sai. Agora aparece nos dois.
Caixa travado esperando a SEFAZ: de dois minutos para dois segundos

Caixa travado esperando a SEFAZ: de dois minutos para dois segundos

  • Com a internet fora ou a SEFAZ sem responder, concluir uma venda congelava a tela por cerca de dois minutos — e a venda seguinte esperava tudo de novo.
  • Agora o sistema testa a rede antes: sem internet, a pergunta da contingência chega em 2 segundos.
  • Aceita a contingência uma vez, as vendas seguintes saem off-line direto, sem espera, por alguns minutos. Quando a SEFAZ volta a responder, o sistema avisa e volta sozinho ao normal. As notas emitidas off-line continuam sendo transmitidas sozinhas pelo Retaguarda.
  • E a janela não fica mais branca com "não está respondendo" durante a espera.
A pergunta da contingência ficou mais clara

A pergunta da contingência ficou mais clara

  • Tela nova, dizendo na barra qual é a causa (sem internet neste terminal, ou SEFAZ fora do ar) e com botões que dizem o que cada um faz: Voltar ou Emitir OFF-LINE.
CEST que falta: o sistema resolve com você, no caixa

CEST que falta: o sistema resolve com você, no caixa

  • Produto com Substituição Tributária e sem CEST no cadastro travava a venda e mandava o operador ao Cadastro de Produtos no meio do atendimento.
  • Agora, quando a tabela tem um CEST só para aquele NCM, o sistema preenche e segue. Quando há mais de um, ele pergunta qual é a mercadoria — a escolha é sua, porque o CEST errado vai para a nota — e grava no cadastro, para a próxima venda já sair certa.
  • O CEST corrigido no cadastro agora também chega à nota quando ela é retransmitida (contingência e Lista de Vendas), o que antes não acontecia.
Certificado digital: quem usa só o arquivo .PFX volta a ser avisado do vencimento

Certificado digital: quem usa só o arquivo .PFX volta a ser avisado do vencimento

  • Quem configurou o certificado pelo caminho do arquivo .PFX e a senha — sem o número de série — recebia, em toda abertura, um aviso errado de "certificado não configurado" e nunca via o aviso de vencimento. Descobria no dia em que o certificado vencia, com o caixa parado.
  • Corrigido: o aviso de vencimento passa a aparecer nos dois tipos de configuração.
Dois terminais com a mesma série de NFC-e: o sistema avisa na abertura do caixa

Dois terminais com a mesma série de NFC-e: o sistema avisa na abertura do caixa

  • Dois computadores cadastrados com a mesma série geram o mesmo número de nota, e a segunda venda é recusada por duplicidade — sem nada na tela que explique.
  • Na abertura do caixa, o sistema agora avisa e diz qual é o outro computador. O caixa abre normalmente: é cadastro a corrigir, não motivo para parar a loja.
"Já existe um registro cadastrado com esse mesmo dado" ao abrir venda

"Já existe um registro cadastrado com esse mesmo dado" ao abrir venda

  • Em algumas instalações, toda tentativa de abrir venda no PDV parava com essa mensagem, e tentar de novo não resolvia.
  • A numeração interna das vendas podia ficar atrasada em relação às vendas já gravadas. O sistema agora percebe e se acerta sozinho, sem perder venda.
Caixa: F3 sem venda aberta

Caixa: F3 sem venda aberta

  • Apertar F3 para escolher o vendedor sem nenhuma venda em andamento mostrava uma tela de erro. Agora avisa e volta ao caixa.
Quando a SEFAZ recusar, a mensagem agora diz o que fazer

Quando a SEFAZ recusar, a mensagem agora diz o que fazer

  • Antes, a recusa aparecia como veio: "180 - Rejeição: Código Regime Tributário do emitente diverge do cadastro na Receita Federal". Certo, e sem dizer onde arrumar.
  • Agora a tela mostra a recusa, o motivo da SEFAZ e um bloco O QUE FAZER: em qual tela do sistema está o campo, o que conferir fora do sistema e quando o assunto é do contador, não do sistema.
  • Cobre as recusas mais comuns (nota duplicada, CSOSN do MEI, CFOP que não combina com o CSOSN, grupo de cartão incompleto) e as novas da conferência da Receita Federal. Recusa que o sistema ainda não conhece continua aparecendo como antes, sem palpite.
Maquininha de cartão: o pagamento agora entra na nota, em qualquer tela

Maquininha de cartão: o pagamento agora entra na nota, em qualquer tela

  • O pagamento aprovado na maquininha já ia no cupom do caixa. Agora vai também na NF-e — a emitida a partir de uma venda do PDV e a digitada à mão —, com CNPJ da credenciadora, bandeira, número de autorização e a indicação de pagamento integrado, que é o que a SEFAZ cobra.
  • A tela de NF-e ganhou o botão de cobrar na maquininha. Antes só o caixa cobrava; na NF-e avulsa o operador tinha de passar o cartão por fora e digitar os dados.
  • A consulta do comprovante passou a insistir quando a maquininha responde "espere": antes, nesse caso, os dados do cartão ficavam de fora da nota em silêncio.
  • Pagamento aprovado que ficou sem nota (a nota foi recusada e a venda refeita) agora é oferecido para reaproveitar, em vez de cobrar o cliente duas vezes.
Simples Nacional e MEI: a nota para de destacar PIS e COFINS

Simples Nacional e MEI: a nota para de destacar PIS e COFINS

  • Isto muda valor em nota. Empresa do Simples Nacional ou MEI recolhe PIS e COFINS dentro do DAS, e a nota não deve destacar esses tributos — mas o sistema usava a alíquota cadastrada no produto, sem olhar o regime. Quem tinha alíquota preenchida emitia nota declarando PIS e COFINS indevidamente.
  • Agora o regime manda: no Simples e no MEI a nota sai com alíquota zero e o código de situação correto. No Regime Normal nada muda — continua valendo o cadastro do produto.
  • Vale também para quem está no Simples com excesso de sublimite: o excesso é só do ICMS, a contribuição continua no DAS.
Duas críticas novas no caixa e na NF-e

Duas críticas novas no caixa e na NF-e

  • CSOSN que o MEI não pode usar. O MEI só pode emitir com uma lista curta de CSOSN (no cupom, 102 e 300; na NF-e, 102, 300, 400 e 900). Fora dela a SEFAZ recusa. Agora a venda para antes, dizendo o produto, o código e quais CSOSN são aceitos.
  • CFOP que não combina com o CSOSN. CSOSN 500 (substituição tributária já recolhida) pede CFOP de ST; e CFOP de ST pede CSOSN 500. Trocar um e esquecer o outro era recusa certa.
O imposto do item passou a ser calculado num lugar só

O imposto do item passou a ser calculado num lugar só

  • A conta do imposto do item existia em quatro lugares do sistema: no caixa, na retransmissão de notas em contingência e nas duas importações (pedido e orçamento). As três últimas ignoravam a redução de base: a mesma venda saía com um valor pelo caixa e outro se fosse retransmitida.
  • Agora é uma conta só, a do caixa. Quem usa redução de base no cadastro do produto passa a ver o mesmo valor nos quatro caminhos.
Duas situações passam a TRAVAR a venda no caixa Aviso

Antes de atualizar

Duas situações passam a TRAVAR a venda no caixa

Leia este bloco antes de atualizar. São duas críticas novas, e elas param a venda em vez de deixar a nota sair errada. Em cadastro bem preenchido nada muda.

  • Produto sem CST ou sem CSOSN do ICMS. Antes, o grupo do ICMS saía vazio e a nota era recusada pela SEFAZ com uma mensagem técnica, sem dizer qual item. Agora a venda para antes, dizendo o produto, o código e qual campo falta — e cobra só o campo que a sua empresa usa (CSOSN no Simples e no MEI, CST nos demais).
  • Produto que exige ICMS-ST (CST 10, 30 ou 70). O cupom fiscal deste sistema não calcula ST: a nota saía com a substituição tributária ZERADA, ou seja, imposto a menos, aceito pela SEFAZ e sem aviso nenhum. Agora a venda para e a mensagem dá as duas saídas: emitir aquela venda por NF-e (que calcula a ST) ou, se a ST desse produto já foi recolhida na compra — o normal no varejo —, corrigir o CST dele para 60 no Cadastro de Produtos.

Se alguma dessas telas aparecer no seu caixa, o cadastro do produto está pedindo correção: a nota que saía antes estava errada.

Redução de base de cálculo: a nota passa a declarar a redução

Redução de base de cálculo: a nota passa a declarar a redução

  • Produto com redução de base saía com a base já reduzida e sem informar o percentual de redução — nota com base menor que o valor do produto sem dizer por quê, que é a primeira coisa que o fisco pergunta. Agora o percentual vai declarado, no cupom e na retransmissão.
  • Aproveitando: o cálculo do ICMS do caixa foi reescrito numa conta só. O valor continua o mesmo; muda um caso de cadastro incoerente — produto com alíquota ZERO e redução preenchida gravava base reduzida com imposto zero, e agora grava base zero.
FCP: o que está no cadastro do produto finalmente vai na nota

FCP: o que está no cadastro do produto finalmente vai na nota

  • O campo FCP (Fundo de Combate à Pobreza) existe no cadastro de produtos há muito tempo e o cupom nunca mandou esses valores na nota — quem preenchia não via efeito nenhum. Agora o item leva o percentual, a base e o valor do FCP, no caixa e na retransmissão.
Reforma Tributária: uma conta só para IBS/CBS, nos três caminhos

Reforma Tributária: uma conta só para IBS/CBS, nos três caminhos

  • A montagem do IBS/CBS do item existia em TRÊS lugares do sistema: no caixa, na NF-e e na tela de retransmissão. Agora é uma só. Os valores já batiam entre elas; o que mudava era o aviso.
  • Esse aviso agora vale para todos: produto cuja classificação tributária é de um tipo que o sistema ainda não calcula (redução de base, diferimento) passa a avisar na transmissão, em vez de a nota sair sem IBS/CBS em silêncio. E o aviso sai UMA vez por nota, com todos os produtos, em vez de uma janela por item.
  • Lembrando que, até 31/12/2026, o IBS e a CBS aparecem na nota apenas como informação — não entram no total e não mudam o que o cliente paga.
Produto sem CST de PIS/COFINS não sai mais como tributado

Produto sem CST de PIS/COFINS não sai mais como tributado

  • Produto sem o CST de PIS/COFINS cadastrado ia na nota declarado como 01 (tributável) com alíquota zero — tributável sem tributo. Agora, quando o produto tem alíquota, continua 01; quando não tem, sai 49 (outras operações), que é a declaração correta.
Maquininha: a venda não para mais no meio do pagamento

Maquininha: a venda não para mais no meio do pagamento

  • "A maquininha não concluiu o pagamento (situação 0)" aparecia em TODA venda no cartão, enquanto a maquininha seguia a venda normalmente. A causa era a consulta: a API da SuperTEF aceita uma consulta a cada 3 segundos e respondia as seguintes com uma mensagem vazia, que o sistema lia como "situação desconhecida" e encerrava a espera. Corrigido em três pontos, e o intervalo passou de 3 para 5 segundos.
  • Agora só o PAGAMENTO e o CANCELAMENTO encerram a espera. Qualquer outra situação continua aguardando, porque enquanto a cobrança está viva na maquininha, desistir do lado do sistema é o que causa cobrança dobrada. Para o caixa nunca ficar preso, há um teto de 3 minutos: batendo o teto, a tela diz quantos minutos esperou e devolve a decisão ao operador.
  • A tela de espera passou a mostrar a FORMA DE PAGAMENTO escolhida, junto do valor. Cobrar débito no lugar de crédito não se corrige: se estorna.
Pagamento aprovado e sem nota: o cliente não paga duas vezes

Pagamento aprovado e sem nota: o cliente não paga duas vezes

  • Quando o cartão passa, a maquininha aprova e a SEFAZ recusa a nota, o caminho normal é cancelar a venda e fazer de novo — e aí o sistema mandava uma SEGUNDA cobrança para a maquininha. O cliente pagava duas vezes, e o estorno demora dias.
  • Agora, antes de cobrar, o sistema procura um pagamento aprovado da mesma forma e do mesmo valor, dos últimos 30 minutos, cuja venda não tem nota autorizada, e PERGUNTA ao operador se quer usar aquele. Aceitando, a venda nova recebe os dados daquele pagamento e nada é cobrado de novo.
  • O pagamento aproveitado fica marcado, para não ser oferecido uma segunda vez, e continua aparecendo no gerenciamento de pagamentos da maquininha.
Cartão na nota fiscal: os dados da maquininha entram de verdade

Cartão na nota fiscal: os dados da maquininha entram de verdade

  • A nota emitida pelo caixa saía dizendo que o cartão NÃO foi integrado, com bandeira "Outros" e, no lugar do código de autorização, o número da venda. Já a mesma nota, se fosse retransmitida pela tela de NF-e/NFC-e, saía com os dados certos — duas respostas para a mesma venda.
  • Agora os dois caminhos usam a mesma regra: a nota leva o CNPJ da credenciadora, o código de autorização que a maquininha devolveu e a bandeira do cartão, por pagamento. Venda com dois cartões sai com os dados de cada um.
  • O código de autorização também deixou de sair cortado. O campo da nota tem 20 caracteres e a maquininha já devolveu código de 32; nesses casos entra o NSU, e o código completo continua guardado para a conciliação.
MEI: o sistema avisa antes de a SEFAZ recusar

MEI: o sistema avisa antes de a SEFAZ recusar

  • Para empresa MEI a SEFAZ só aceita alguns CSOSN: 102 e 300 no cupom (NFC-e) e 102, 300, 400 e 900 na NF-e. Qualquer outro volta com rejeição 782 — e CSOSN 500 em bolacha, wafer e outros produtos de substituição tributária é cadastro comum de mercado.
  • O sistema não conferia isso: a nota ia e voltava recusada, com o cliente esperando no caixa. Agora a venda para ANTES, dizendo o produto e o código para corrigir no Cadastro de Produtos.
  • Na NF-e o aviso entra junto com as outras críticas de item (NCM, CEST, CST/CSOSN), tudo numa tela só, antes de transmitir.
  • Se os produtos estiverem certos e o aviso aparecer mesmo assim, o suspeito é o regime da empresa: confira em Configurações > Empresa se o CRT está mesmo como MEI. O botão "Conferir CRT" compara com a Receita.
PIS/COFINS: o cupom passou a usar a mesma base da nota

PIS/COFINS: o cupom passou a usar a mesma base da nota

  • ATENÇÃO, VALE CONFERIR COM O CONTADOR: para empresa do REGIME NORMAL, a base e o valor de PIS/COFINS do cupom (NFC-e) sobem um pouco a partir desta versão.
  • O motivo: o cupom calculava a base descontando o ICMS do valor do item, e a NF-e sempre usou o valor do item. Mesmo produto, duas bases diferentes conforme o documento. A SEFAZ não confere base de PIS/COFINS, então as duas notas eram autorizadas e a diferença não aparecia.
  • Agora é uma só, igual à da NF-e: o valor do item menos o desconto, a mesma base do ICMS.
  • Para empresa do Simples Nacional e MEI nada muda, porque as alíquotas são zero.
Reforma Tributária: a tabela oficial entra certa, e o IBS/CBS sai calculado

Reforma Tributária: a tabela oficial entra certa, e o IBS/CBS sai calculado

  • O menu Fiscal > Atualizar Tabelas da Reforma (IBS/CBS) baixa da SEFAZ (SVRS) as duas listas oficiais — classificações tributárias e anexos por NCM. A tabela de anexos vinha sendo gravada VAZIA: 3.991 linhas sem NCM nenhum. Por isso a busca da classificação pelo NCM do produto nunca encontrava nada, e todo item caía na classificação padrão da empresa.
  • Produto de cesta básica (arroz, leite, carne e os demais das listas oficiais) agora sai com a redução que a lei dá — alíquota zero ou 60% —, em vez de tributação integral. São 1.701 NCMs que passam a ser reconhecidos automaticamente nesta base.
  • O tipo de tributação de cada classificação estava sendo gravado com a numeração trocada: redução de alíquota virava redução de base (e o item saía SEM IBS/CBS), monofásica virava suspensão (imposto zerado) e isenção virava tributação integral (imposto cheio num produto isento). Corrigido.
  • Classificação de um tipo que o sistema ainda não calcula (redução de base, diferimento e diferimento com redução) passou a AVISAR na transmissão, em vez de deixar o item sair sem imposto em silêncio. Nota sem imposto é aceita pela SEFAZ, e o erro só apareceria depois.
  • Depois de atualizar o sistema, rode uma vez o menu Fiscal > Atualizar Tabelas da Reforma (IBS/CBS): é ele que troca as duas tabelas pelas listas novas.
  • Lembrando que, até 31/12/2026, o IBS e a CBS aparecem na nota apenas como informação — não entram no total e não mudam o que o cliente paga.
Cadastro de produto: a consulta do código de barras não perde mais o NCM

Cadastro de produto: a consulta do código de barras não perde mais o NCM

  • Ao consultar o código de barras (GTIN) na SEFAZ, o NCM oficial que vem na resposta era substituído logo em seguida pela sugestão automática do sistema — e a tela ainda avisava "NCM encontrado e aplicado". Agora a sugestão só entra quando a consulta não trouxe NCM.
  • O botão de buscar NCM também sobrescrevia o que já estava preenchido. Passou a buscar somente quando o campo está vazio ou zerado, que é a mesma regra que o CEST já seguia.
Trocar o endereço do servidor ficou possível sem derrubar o sistema

Trocar o endereço do servidor ficou possível sem derrubar o sistema

  • A tela de acesso ganhou uma engrenagem ao lado de "Banco de dados conectado". Ela pede o login técnico e abre a tela do endereço do servidor — IP, caminho do banco e porta. Depois de salvar, o sistema fecha para abrir já conectado no servidor novo.
  • Antes, com o endereço guardado em arquivo protegido, só havia duas formas de mudá-lo: instalar a máquina do zero ou esperar a conexão falhar. Quem põe o sistema em rede precisava fazer a conexão quebrar de propósito.
  • A tela do Responsável Técnico deixou de ter os campos de servidor, usuário e senha da antiga força de vendas: aquele cadastro saiu de uso e os campos só confundiam.
Cancelar venda agora pede o motivo, e fica tudo guardado

Cancelar venda agora pede o motivo, e fica tudo guardado

  • Ao cancelar uma venda no PDV, depois da senha do supervisor o sistema pede o MOTIVO. São 10 caracteres no mínimo — o suficiente para "cliente desistiu" — e fechar essa janela não cancela a venda.
  • Fica guardado o motivo, quem cancelou, quem autorizou, a data e a hora, o caixa e o valor da venda.
  • Para consultar depois: menu Vendas > Histórico de Vendas Canceladas. Filtra por período, separa cancelamentos de descartes, pesquisa por motivo, usuário, cliente ou número da venda, mostra o total do período e imprime (ou salva em PDF).
  • O cupom cancelado na SEFAZ também entra nesse histórico, com a justificativa que foi enviada ao fisco. Assim a tela mostra tudo o que aconteceu com as vendas, e não só o que foi cancelado no caixa.
  • Quem já pode ver a Lista de Vendas vê a tela nova; o administrador muda isso nas permissões, como em qualquer outra.
Carta de correção: fica guardada na nota e dá para consultar depois

Carta de correção: fica guardada na nota e dá para consultar depois

  • A carta de correção emitida agora fica na nota. Ao abrir CCe na consulta de NF-e, a tela mostra a lista das cartas já enviadas daquela nota — número, data, situação, protocolo e a resposta da SEFAZ — e, abaixo, o texto da carta selecionada. Antes, fechada a janela, não havia mais como ver o que tinha sido escrito.
  • Para escrever uma correção nova, use o botão Nova carta. Nota que ainda não tem carta nenhuma continua abrindo direto para digitar, como sempre.
  • O protocolo que a SEFAZ devolve passa a ser guardado junto com o texto. É ele que prova a correção para o fisco.
  • Carta recusada pela SEFAZ agora é dita como recusada, com o motivo na tela e na lista. Antes, quando a SEFAZ aceitava o lote e recusava a carta — sequência repetida, prazo vencido, nota cancelada —, o sistema imprimia a carta e não avisava nada: a nota continuava sem correção e ninguém ficava sabendo.
  • Carta recusada também deixou de gastar a numeração: a próxima sai com o número que a SEFAZ espera.
  • Sem internet, ou com a SEFAZ fora do ar, o texto digitado fica gravado com o motivo da falha no lugar da resposta — não se perde mais.
Salvar o DANFE em PDF não depende mais da impressora "Microsoft Print to PDF"

Salvar o DANFE em PDF não depende mais da impressora "Microsoft Print to PDF"

  • Ao visualizar o DANFE da NF-e, o botão Exportar PDF agora abre direto o PDF da nota, gerado pelo próprio sistema. Antes ele pedia para escolher a impressora "Microsoft Print to PDF" no diálogo de impressão, e essa impressora não existe em todo Windows: é um recurso opcional no 10 e no 11, que vem desligado em muitas instalações, e no 7 e no 8 nunca existiu. Nessas máquinas simplesmente não havia como salvar o PDF.
  • Vale nos três caminhos: Normal | A4 e o resumido de 58/80 mm na consulta de NF-e, e o DANFE que aparece logo depois de transmitir.
  • O arquivo é o mesmo que o sistema já gravava na pasta de PDF das notas — agora ele é oferecido na hora, sem passar por impressora nenhuma.
  • Nos relatórios que não têm PDF próprio (resumo de caixa, inventário e log de baixas), a mensagem passou a explicar o que fazer quando nenhuma impressora de PDF aparece na lista.
Banco de dados fora do ar: o sistema diz isso, e diz na hora

Banco de dados fora do ar: o sistema diz isso, e diz na hora

  • Quando o banco de dados não responde ou recusa o acesso, o sistema agora avisa exatamente isso, em segundos, com um código para você informar ao suporte: BANCO-AUTH quando o acesso foi recusado e BANCO-OFF quando o banco não respondeu.
  • Antes, nessa situação, a abertura ficava até dez minutos numa tela parada e terminava mostrando uma mensagem de LICENÇA — que não tinha nada a ver com o problema. Quem estava na loja reabria o sistema várias vezes sem saber o que conferir.
  • O sistema também parou de insistir: era uma tentativa de acesso a cada oito segundos, centenas numa manhã. Agora é uma tentativa, com a resposta na tela.
  • A atualização da estrutura do banco deixa de ser tentada quando o banco está sem responder, em vez de repetir item por item contra uma conexão que não está de pé.
Renovação da licença volta a chegar sozinha no caixa

Renovação da licença volta a chegar sozinha no caixa

  • Em máquina usada o tempo todo — caixa que também é servidor —, a conferência da licença com o nosso servidor ficava adiada indefinidamente, porque só acontecia quando o teclado e o mouse ficavam parados por vinte segundos. Em três dias de uso ela não rodou uma única vez.
  • Agora, passadas duas horas de sistema aberto sem conferir, a licença sincroniza mesmo com o operador trabalhando. Renovação e liberação feitas pelo nosso lado passam a chegar à loja sem ninguém precisar abrir a tela de licença.
Consulta de NF-e: o total do período volta a aparecer, e com a conta certa

Consulta de NF-e: o total do período volta a aparecer, e com a conta certa

  • O valor ao lado de "TOTAL DE NF-E" não aparecia: estava sendo escrito numa cor quase igual à do fundo. Agora aparece.
  • E a conta mudou: antes o total somava só as primeiras notas carregadas na lista, não o período inteiro. Em período com muitas notas o valor saía menor que o real. Agora soma todas as notas do filtro, como já acontecia na tela de NFC-e.
Cadastro: trocar FÍSICA/JURÍDICA com o mouse volta a ajustar o documento

Cadastro: trocar FÍSICA/JURÍDICA com o mouse volta a ajustar o documento

  • Escolher o tipo com o MOUSE não trocava a formatação do campo CPF/CNPJ; só trocava usando o teclado e Enter. Quem clicava e digitava em seguida pegava a formatação do tipo anterior, e aí um documento correto podia ser recusado na hora de gravar.
  • Corrigido nas cinco telas que têm esse campo: Cadastro de Pessoas, Transportadora, Tomador, Destinatário e Remetente.
Cartão do PDV: contingência e NFC-e autorizadas com a conta certa

Cartão do PDV: contingência e NFC-e autorizadas com a conta certa

  • O número de NFC-e em contingência não acompanhava a quantidade real: podia mostrar 1 com nenhuma nota pendente, e não mudava mesmo havendo várias. Agora mostra o total de notas que faltam transmitir, o mesmo número da tela de transmissão em contingência, sem recorte de período.
  • As notas autorizadas no dia deixavam de contar nota emitida fora do caixa. Agora o número fecha com a tela de consulta de NFC-e.
Hora da emissão e da autorização nas telas de NF-e e NFC-e

Hora da emissão e da autorização nas telas de NF-e e NFC-e

  • As duas telas de consulta de nota passam a mostrar a hora da emissão e a data e hora em que a SEFAZ autorizou, ao lado da data. Antes só havia a data, e descobrir a hora exigia abrir o XML.
  • As notas antigas já aparecem preenchidas: o sistema lê o dado do próprio XML que ficou guardado, uma vez, na primeira abertura depois da atualização.
  • Nota que não chegou a ser autorizada (denegada, inutilizada ou ainda em digitação) continua com o campo em branco, porque autorização nunca houve.
Relatório novo: Margem de Lucro por Venda

Relatório novo: Margem de Lucro por Venda

  • Em Relatórios > Vendas, o novo Margem de Lucro por Venda mostra, numa linha por venda, o total vendido, o custo, o lucro em reais e a margem em porcentagem. Dá para filtrar por empresa, vendedor e período, e ordenar pela menor margem primeiro, para achar rápido a venda que rendeu pouco.
  • Quando o produto não tem custo cadastrado, a margem daquela venda deixa de ser calculada, em vez de aparecer como 100% de lucro. Essas vendas saem marcadas, e o rodapé diz quantas ficaram de fora da conta e quanto somam.
  • A venda lançada pela retaguarda passou a guardar o custo do dia, como o PDV já fazia. Assim o lucro do passado não se altera quando você reajusta o preço de custo de um produto.
Nota fiscal: o botão Novo não consome mais a numeração

Nota fiscal: o botão Novo não consome mais a numeração

  • Clicar em Novo na tela de NF-e e fechar sem gravar deixava uma nota em aberto e queimava o número da série. Agora, quando nada foi lançado, a nota é descartada ao fechar e o número continua disponível para a próxima.
  • Nota que já existe continua protegida: alteração feita e não gravada é preservada ao fechar a tela, como antes.
Quatro travas e erros que apareciam no dia a dia

Quatro travas e erros que apareciam no dia a dia

  • Buscar a foto do produto podia derrubar a consulta inteira com um erro técnico, e o cadastro perdia também a descrição, o NCM e o CEST que já tinham vindo. Agora, se a foto não vier, só ela falta: o resto da consulta continua valendo, com um aviso explicando. Enquanto a imagem baixa, o ponteiro vira ampulheta, para o operador saber que o sistema está trabalhando.
  • A tela de cobrança por PIX ficava checando o pagamento e, se a internet oscilasse, prendia o sistema até o Windows desistir. Agora a consulta tem tempo limite e uma checagem não atropela a outra.
  • "24,50] is not a valid BCD value" era o que aparecia quando sobrava um caractere num campo de valor. Virou um aviso simples: diz que o valor não é um número válido e que é para conferir letra ou sinal sobrando.
  • "Selecione o CLIENTE!", na hora de concluir uma venda para cliente com faturas em aberto, abria tela de erro interno com código e detalhes técnicos. Agora é um aviso que explica por que a venda precisa estar no nome do cliente.
Gerar a nota da venda direto da Lista de Vendas

Gerar a nota da venda direto da Lista de Vendas

  • Botão novo F7 - Gerar Nota, na Lista de Vendas: emite a NFC-e da venda sem precisar importá-la no PDV. A tela de pagamento abre já com a venda carregada; é só confirmar.
  • O cliente vem da própria venda: tendo cliente vinculado, a nota sai com ele; não tendo, sai como consumidor final.
  • Venda para CNPJ não gera NFC-e, e o sistema avisa na hora, com o número da venda, que o caminho é a tela de NF-e usando o Importar.
  • O botão recusa, explicando o motivo, venda ainda não concluída, venda que já tem nota e terminal que não é caixa. Antes, nesse último caso, o sistema simplesmente não fazia nada ao mandar emitir.
WhatsApp: o envio virou botão, e dá para ver o que não saiu

WhatsApp: o envio virou botão, e dá para ver o que não saiu

  • O envio deixou de acontecer sozinho, de quinze em quinze segundos, por trás do sistema. Agora sai no clique de Enviar, com uma barra mostrando o andamento e uma mensagem no fim dizendo o que saiu e o que não saiu. O mesmo vale para a cobrança em massa do Contas a Receber, que mostra "enviando 12 de 40".
  • Tela nova em Configurações > Mensagens do WhatsApp: lista o que está na fila e o que deu erro, diz se o WhatsApp está conectado no momento e tem o botão Reenviar.
  • CORREÇÃO IMPORTANTE: mensagem que falhava porque o WhatsApp tinha caído naquele instante era marcada como erro definitivo e NUNCA mais era tentada — e a conexão do WhatsApp cai e volta sozinha o tempo todo. Agora ela volta para a fila e sai no próximo envio.
  • Quando não dá para enviar, a mensagem na tela diz o motivo em português ("O WhatsApp não está conectado neste momento...") em vez do código técnico.
  • Instalação que não usa WhatsApp deixa de registrar erro a cada tentativa.
Documento do cliente volta a formatar em todas as telas

Documento do cliente volta a formatar em todas as telas

  • Transportadora, Tomador, Destinatário e Remetente tinham o mesmo problema corrigido no cadastro de pessoas: o campo do CPF/CNPJ podia abrir sem formatação, ou com a formatação do tipo errado, e aí um documento correto era recusado. Nas quatro, a formatação passa a ser posta ao abrir a tela e trocada na hora em que se escolhe entre física e jurídica.
Acentuação corrigida em telas e impressos

Acentuação corrigida em telas e impressos

  • Palavras com acento apareciam trocadas em algumas mensagens e impressos (como "Não" no lugar de "Não"). Trinta e dois pontos do sistema foram corrigidos, incluindo o valor por extenso usado em boleto e nota, as mensagens da NFS-e e os avisos de certificado e de conexão.
Abertura mais leve

Abertura mais leve

  • O sistema deixou de consultar o status da SEFAZ a cada abertura: o resultado não era mostrado em lugar nenhum, e a consulta abria o certificado e ia à internet toda vez.
  • Um verificador interno que acordava a cada 5 segundos sem fazer nada foi desligado.
Cadastro de pessoas: CPF e CNPJ voltam a formatar

Cadastro de pessoas: CPF e CNPJ voltam a formatar

  • O campo do documento podia ficar SEM formatação ao abrir a tela, e em alguns casos com a formatação de CNPJ no cadastro de uma pessoa física — e aí um CPF correto era recusado com "CPF inválido" na hora de gravar. A formatação agora é posta ao abrir a tela e trocada na hora em que se escolhe entre FÍSICA e JURÍDICA.
  • O documento também passou a ser conferido só pelas letras e números: espaço em branco deixado por formatação incompleta não barra mais um CPF ou CNPJ que está certo.
Abertura: mais rápida e sem disputa pelo banco

Abertura: mais rápida e sem disputa pelo banco

  • A tela de carregamento podia ficar alguns segundos parada antes de mostrar o primeiro passo. O desenho do painel de progresso pedia a fonte ao Windows a cada texto escrito, e a primeira dessas chamadas faz o Windows varrer todas as fontes instaladas na máquina. Agora a fonte é pedida uma vez e reaproveitada.
  • A verificação automática de NFC-e em contingência podia consultar o banco no exato momento em que a abertura estava atualizando a estrutura dele. Nunca deu erro em cliente nenhum, mas é a mesma situação que causou os travamentos corrigidos nas versões anteriores: duas coisas usando a mesma conexão ao mesmo tempo. As rotinas automáticas passam a esperar a abertura terminar.
Mensagens de erro que diziam a coisa errada

Mensagens de erro que diziam a coisa errada

  • "O campo PR_CUSTO precisa ser preenchido" passou a dizer "O campo Preço de custo precisa ser preenchido". O sistema mostrava o nome interno da coluna do banco, que não está escrito em tela nenhuma. Vinte e seis campos traduzidos (Grupo, Preço de custo, Razão social, Data de vencimento, Forma de pagamento e outros).
  • Campo com máscara (data, CPF/CNPJ, telefone) preenchido pela metade abria uma tela de erro técnico, com código e detalhes, e a mensagem em inglês. Agora é um aviso simples: diz que o campo está incompleto para o formato dele e que dá para completar ou apertar Esc para desfazer.
  • Tentar excluir um registro que outro terminal já excluiu também abria tela de erro técnico. Agora explica o que aconteceu, avisa que NADA foi excluído agora e manda fechar e abrir a tela para ver a lista atualizada. O mesmo vale para alteração: se outro terminal mexeu no registro antes, o aviso deixa claro que o que você digitou não foi gravado.
Abertura do sistema mais firme

Abertura do sistema mais firme

  • Depois de atualizar, a primeira abertura registrava um erro interno e o sistema seguia sem carregar a configuração de e-mail daquela sessão. Corrigido: as consultas básicas são abertas de novo assim que a estrutura do banco está em dia.
  • A abertura passou a ser à prova de tropeço: se um passo falhar (o registro do terminal, as configurações, o certificado, o status da SEFAZ, a capa), o sistema continua abrindo e diz no fim o que não subiu, em vez de aparecer pela metade sem avisar nada.
  • Passo da abertura que demorar mais de 2 segundos passa a ficar registrado no log com o tempo, para o suporte saber onde procurar.
  • Módulo interno que não consegue subir não derruba mais o sistema inteiro: ele abre, e o aviso diz qual módulo faltou.
Erro e travamento que faziam o sistema ser fechado

Erro e travamento que faziam o sistema ser fechado

  • Um erro de "Access violation" aparecia sozinho, três a cinco vezes seguidas, enquanto o operador estava trabalhando — e a saída era fechar o sistema. Em outra máquina, o sistema ficou mais de três minutos sem responder. Os dois vinham da mesma rotina: a que enviava, escondida em segundo plano, a cópia do contrato assinado para o suporte, usando a mesma conexão de banco das telas.
  • Essa rotina foi RETIRADA do segundo plano. O envio agora acontece na tela do contrato, logo depois de assinar, com barra de progresso ("Preparando o pacote", "Enviando ao suporte", "Concluído") e mensagem de sucesso no fim. Nada mais roda escondido, e nada mais pode travar a tela de quem está trabalhando.
  • Se o envio falhar por falta de internet, a mensagem explica e avisa que NÃO precisa assinar de novo: basta abrir a tela do contrato quando a conexão estiver boa, e ele sobe sozinho, mostrando o progresso.
Atualização da estrutura do banco

Atualização da estrutura do banco

  • Duas rotinas de atualização falhavam em TODA abertura, em silêncio, desde que foram escritas: a criação de duas travas internas de numeração automática (em Orçamento e em Bandeiras da credenciadora). Uma tinha o nome maior do que o Firebird aceita; a outra apontava para uma coluna que aquelas tabelas não têm. Nenhuma das duas fazia falta — a numeração sempre foi feita pelo próprio sistema — e as duas foram retiradas.
  • Falha na atualização da estrutura passa a ficar registrada em Log\erros.log dizendo QUAL item não subiu. Antes a mensagem aparecia por meio segundo na janela de abertura e desaparecia, então um campo que não fosse criado só era descoberto dias depois, quando alguém abrisse a tela que usava ele.
  • Dica de quem dá suporte: para uma atualização de estrutura passar de primeira, abra o sistema no servidor com os outros caixas fechados. Tabela em uso por outro terminal faz o Firebird recusar a mudança.
Cadastro de pessoas volta a conferir sempre

Cadastro de pessoas volta a conferir sempre

  • A opção "Não validar CPF e dados do cadastro", da tela da Empresa, foi RETIRADA do sistema. O cadastro de clientes e fornecedores volta a conferir o dígito do CPF/CNPJ, a Inscrição Estadual e a lista de dados que a NF-e exige, como sempre fez.
NCM: a nota não para mais por causa dele

NCM: a nota não para mais por causa dele

  • Quando a NFC-e é recusada por NCM (sem NCM, fora dos 8 dígitos, não encontrado na tabela ou rejeitado pela SEFAZ), o sistema pergunta se quer ajustar agora: busca o NCM no serviço online, grava no cadastro do produto e transmite a nota de novo, sozinho. Vale no caixa e na tela de NFC-e.
  • Produto com NCM certo que não estava na tabela IBPT derrubava a venda com "Erro ao transmitir venda". Não trava mais: o tributo aproximado do cupom usa o NCM mais próximo da tabela, e a nota sai.
  • O cadastro fiscal fica protegido: um NCM válido não é trocado só porque a tabela IBPT está desatualizada. Nesse caso o sistema mantém o cadastro e avisa que é a tabela que precisa ser atualizada.
  • Produto sem NCM no caixa: a tela de cadastro que se oferecia a abrir dava erro e a venda morria. Corrigido.
  • Se o serviço de busca de NCM estiver fora do ar ou responder algo inesperado, o caixa recebe um aviso claro e a venda segue pelo caminho normal, sem tela de erro técnico.
Tabela IBPT (tributo aproximado do cupom)

Tabela IBPT (tributo aproximado do cupom)

  • Quando a tabela IBPT precisa ser trocada, a abertura mostra a janela "Aguarde, atualizando a tabela IBPT" com o andamento do download e da gravação, e libera o sistema quando termina. Antes a tela ficava parada, sem aviso nenhum, até o download acabar.
  • A tabela IBPT passa a se atualizar sozinha: na abertura do sistema no servidor, se a vigência venceu, ele baixa a tabela nova, confere e importa, sem ninguém clicar. A tabela que estava no sistema era de 2018.
  • A tela Fiscal > IBPT mostra ao abrir o que está no banco: vigência (em vermelho quando vencida), versão e quantidade de itens. O botão Download confere que o que veio é a tabela mesmo antes de gravar.
  • A barra do topo mostra a vigência da tabela IBPT: verde em dia, vermelho vencida.
  • Se a tabela IBPT não puder ser baixada (sem internet, ou o arquivo do trimestre ainda não publicado), o aviso diz o motivo em palavras simples e o sistema continua emitindo normalmente.
  • A importação da tabela IBPT passou a ser tudo ou nada: se falhar no meio, a tabela anterior continua no lugar (antes podia ficar vazia até alguém importar de novo).
Chat com o suporte

Chat com o suporte

  • O chat com o suporte foi retirado da tela principal por enquanto (o botão da barra lateral saiu). O atendimento continua pelos canais de sempre. Se o chat ainda estiver configurado para abrir junto com o Windows nesta máquina, o sistema desfaz isso sozinho na próxima abertura.
Entrada de mercadoria pelo XML

Entrada de mercadoria pelo XML

  • A margem de lucro aplicada na importação agora é salva de verdade. Você usava o "Aplicar a todos", finalizava a compra e o preço de venda e a margem do produto continuavam os de antes, sem aviso nenhum. Corrigido.
  • No mesmo botão: item que ficou sem custo tinha o preço de venda ZERADO e agora é pulado (o sistema diz quantos ficaram de fora e por quê); e margem deixada em branco valia 0%, gravando o preço de venda igual ao custo — agora o sistema pede o valor.
  • A margem da compra que veio de XML passa a ser definida só na tela de importação; na tela da compra o campo some e no lugar aparece um aviso. Os dois campos calculavam sobre bases diferentes: o da importação usa o custo real da mercadoria (com frete, ST, IPI, despesas e seguro) e o da tela da compra usava só o valor do produto na nota, o que podia deixar o preço de venda abaixo do custo. Compra digitada à mão, que não passa pela importação, continua com a margem na tela da compra.
  • O NCM e o CEST do cadastro do produto passam a ser atualizados pela nota do fornecedor, quando ele informa esses códigos no XML. Quem classifica o que vende é o fornecedor, e é comum o cadastro daqui estar vazio ou com um NCM genérico. O sistema não apaga o que está certo: código que não vem na nota, que vem incompleto (o "0" no NCM, por exemplo) ou que é igual ao atual não mexe no cadastro. No fim da importação aparece um aviso dizendo quantos produtos foram corrigidos — confira os que você vende com substituição tributária.
  • Nota do fornecedor com duplicatas (boletos) agora vira contas a pagar sozinha. Na hora de gerar as parcelas da compra, clique em Gerar sem informar o intervalo: o sistema cria uma parcela por duplicata da nota, com o número, o vencimento e o valor que vieram no XML. Informando o intervalo, ele continua parcelando do jeito antigo.
  • Importação pausada volta completa. Ao salvar uma importação pela metade e reabrir a tela depois, voltam os produtos já vinculados, a descrição e o código de barras deles, o preço de custo, o preço de venda e o fator (quantidade por embalagem). O que você digitou não é sobrescrito.
  • Produto cadastrado de dentro da tela de importação passa a aparecer na hora na lista, com descrição e código de barras. Antes só aparecia ao fechar e abrir a tela de novo.
Frente de caixa (PDV)

Frente de caixa (PDV)

  • Um "?" no canto direito da barra do topo abre a lista com todos os atalhos do caixa, tecla por tecla.
  • Venda paga podia deixar OUTRA venda em aberto, do mesmo operador, marcada como concluída sem pagamento. Corrigido: só a venda que foi ao pagamento é concluída.
  • Produto em kit (composição) inflava o estoque dos componentes a cada venda. Corrigido.
  • Quantidade zero ou acima de 9.999 avisava e lançava o item assim mesmo. Agora o item não entra.
  • Promoção só era reconhecida no primeiro dia. A partir do segundo, o preço promocional era recusado como "desconto maior que o permitido". Corrigido.
  • Desconto no item (Ctrl+D) duplicava a composição do kit a cada troca de preço e, no restaurante, reimprimia o item. Corrigido.
  • Preço de atacado: a soma passou a ser por produto, então grade de tamanhos agora alcança a quantidade de atacado somando todas as peças. Quando a quantidade cai abaixo do mínimo, por exclusão de item ou redução, o preço volta ao varejo sozinho. E a promoção de atacado passa a ser respeitada.
  • Bipar de novo um produto que já tinha desconto não apaga mais o desconto.
  • Excluir item devolvia o estoque antes de o item sair da venda. Se a exclusão falhasse, o estoque subia errado. Corrigido.
  • Fechar o caixa com venda em andamento agora é barrado. Antes a venda passava para o próximo caixa, com o estoque já baixado e sem aviso.
  • Duplo clique na lista de itens abre o cadastro do produto e passa a exigir senha de supervisor.
  • "Ajustar Banco", no menu de opções, passa a exigir supervisor e confirmação.
  • Código de barras longo podia trazer outro produto, quando os primeiros dígitos coincidiam com o código interno de algum item. Corrigido.
  • O vendedor escolhido no F3 não era gravado em terminal de pré-venda. Corrigido.
  • Ctrl+P escondia o campo de produto até reabrir o caixa. Corrigido.
  • Aviso de valor acima do permitido aparecia depois de o item já estar lançado. Agora o item não entra.
  • Produto com controle de série não entrava na venda e dava erro. Corrigido.
  • Abrir e fechar o caixa rapidamente, sem internet, podia dar erro depois. Corrigido.
  • Quatro itens do menu Cadastros, dentro do caixa, ficavam cinza e não abriam. Corrigido.
Orçamento

Orçamento

  • Ao fechar a tela do orçamento, respondendo NÃO ao "deseja sair?", o orçamento sem itens era apagado mesmo assim. E orçamento antigo aberto só para consultar também podia ser apagado se estivesse sem itens. Corrigido: só é descartado o orçamento novo, que ainda não chegou a existir para o cliente.
  • Orçamento já importado para uma venda não pode mais ser alterado nem cancelado: ele passa a ser o registro do que foi vendido. A tela explica que, para mudar, é a venda que deve ser alterada ou cancelada.
  • Finalizar (F3) logo depois de digitar a quantidade ou o preço perdia o que estava sendo digitado. Agora o item é gravado antes.
  • Desconto maior que o total do orçamento, desconto negativo e percentual acima de 100% não são mais aceitos — davam total negativo no papel do cliente.
  • Quantidade zero ou negativa não entra mais no orçamento.
  • Orçamento sem itens, ou com subtotal zerado, não derruba mais o Gravar e o Finalizar com erro técnico.
  • A tela de Visualizar (F7) deixava uma cópia da tela aberta na memória a cada consulta. Corrigido.
  • Enviar por e-mail sem o arquivo de layout instalado dava erro de sistema; enviar por WhatsApp nessa mesma situação deixava o botão travado até fechar a tela. Corrigidos.
  • Imprimir em bobina sem orçamento selecionado imprimia um cupom em branco, e orçamento sem vendedor ou sem observação parava a impressão no meio. Corrigidos.
  • Atualizar (F5) com a lista vazia dava erro. Filtrar por Total aceitando texto colado quebrava a consulta. Corrigidos.
  • Ao escolher o cliente, a tela às vezes reclamava que o registro não estava em edição. Corrigido.
  • A lista mostra a ampulheta enquanto consulta, e as perguntas agora dizem de qual orçamento e de qual item se trata.
Conta bancária no financeiro

Conta bancária no financeiro

  • Agora dá para controlar o dinheiro que entra em cada banco. No cadastro de Formas de Pagamento existe o campo "Conta de Destino": aponte o PIX (ou o cartão) para a conta do banco onde ele cai e, a partir daí, cada venda paga naquela forma entra naquela conta, pelo valor daquela forma. Antes o PIX e o cartão só apareciam no resumo do caixa e não entravam no Livro Caixa.
  • Quem deixar a forma de pagamento no Caixa Geral continua exatamente como está hoje, sem nenhum lançamento novo. A mudança só acontece na forma que você apontar para um banco.
  • O dinheiro continua entrando pelo valor contado na gaveta, no fechamento do caixa. Ele não é lançado duas vezes.
  • Cancelar a venda retira também a entrada que ela gerou na conta do banco.
  • Para criar a conta do banco: Financeiro > Contas, botão Novo, com o Tipo "BANCO". Para pôr dinheiro nela à mão, use o botão Novo do Livro Caixa ou Financeiro > Transferência de Contas. Para ver o saldo, o Livro Caixa filtra por conta.
  • O cadastro de contas ganhou banco, agência, número da conta e saldo inicial com a data em que aquele saldo valia. Ao gravar, o saldo inicial entra como um lançamento no Livro Caixa, para o saldo da conta já começar certo. Corrigir o valor ou a data e gravar de novo acerta o lançamento, sem duplicar.
  • A conta do Mercado Pago não aparecia em nenhuma lista de contas do financeiro. Corrigido.
Sistema

Sistema

  • Correção urgente, principalmente para quem usa servidor com vários caixas: o sistema podia ficar "sem responder" por vários segundos, do nada, no meio do trabalho. A verificação de licença gravava a data de validade no cadastro da empresa e, se algum terminal estivesse usando esse cadastro naquele instante, ela ficava esperando a liberação — segurando a tela junto. Agora ela desiste em milésimos de segundo e tenta de novo depois, sem travar ninguém.
  • A verificação de licença podia ficar o dia inteiro sem acontecer em quem deixa o caixa ou uma tela de nota fiscal aberta: a rotina esperava essas telas fecharem para rodar. Agora só a regularização automática de notas em contingência espera (é ela que usa o certificado), e a licença roda nas pausas. Isso garante que renovação e liberação feitas no suporte cheguem no mesmo dia.
  • O registro de abertura do sistema (pasta Log, arquivo abertura.log) guardava apenas as duas últimas vezes em que o sistema foi aberto — quem abre e fecha algumas vezes por dia perdia o registro de ontem. Agora ele guarda os últimos três dias, o que dá ao suporte a visão do que aconteceu antes do problema.
  • Correção urgente: a janela "Retaguarda não está respondendo" aparecia ao abrir uma tela logo depois de entrar no sistema. A sincronia de licença estava começando 2 segundos e meio depois da abertura, justamente quando o operador clica na primeira tela, e as duas disputavam o banco de dados. Agora ela espera 5 minutos e só roda com o sistema parado.
  • As janelas de confirmação do sistema ("deseja excluir esse registro?", "deseja abrir o caixa agora?") ganharam um X e respondem ao Esc, e passaram a devolver corretamente a resposta dos botões — no caixa, responder "sim" para abrir o caixa não fazia nada.
  • Exportar PDF no visualizador de relatórios: antes abria uma janela de opções técnicas do gerador de relatório e só depois o "Salvar como". Agora vai direto para o "Salvar como", já com o nome do relatório e a data sugeridos.
  • Correção urgente: em movimento pesado, o sistema podia começar a mostrar uma janela de erro atrás da outra ("Access violation"), sempre a mesma, até ser reiniciado — inclusive no meio de uma venda. A causa eram as rotinas automáticas de segundo plano (licença, contrato, boletos, notas em contingência) entrando no banco enquanto o operador estava no meio de outra operação. Agora elas só começam com o sistema livre: nenhuma tela aberta por cima, nada de caixa ou nota fiscal em uso, e o operador parado por alguns segundos. Se o momento não for bom, a rotina volta alguns minutos depois.
  • Correção urgente: na abertura, o sistema tentava atualizar uma rotina interna do banco toda vez. Onde há mais de um terminal trabalhando, essa atualização não podia ser feita e deixava a conexão do sistema em mau estado desde o início do dia — era esse o começo da sequência de erros acima. Agora ela só é feita quando realmente falta, e de forma isolada: se não puder ser feita naquele momento, nada mais é afetado.
  • Correção urgente sobre a versão 2026.09.24.1: o sistema podia parar de responder ao abrir telas como o Contas a Receber, e aparecer uma janela de erro com uma lista enorme de linhas técnicas. A causa era um modo detalhado de registro de erros que consumia a máquina; foi desligado.
  • A atualização do banco de dados anunciava sempre a mesma versão antiga, nas duas telas em que ela aparece. Agora mostra a versão de verdade.
  • Todo erro grave passa a ficar gravado também em arquivo, na pasta Log do sistema (erros.log), mesmo com o banco de dados fora do ar ou sem internet. É esse arquivo que o suporte vai pedir quando algo der errado.
  • Fechar o sistema com o banco de dados parado dava um erro e o sistema não fechava. Agora fecha normalmente e só registra o ocorrido.
  • O registro de travamento (abertura.log) não ficava gravado em alguns casos, justamente quando mais fazia falta. Corrigido.
  • Fechar o sistema dava uma mensagem de erro quando o envio de erros para a nuvem estava no meio de uma conexão lenta. Agora esse envio é interrompido na hora e o sistema espera ele soltar a conexão (no máximo 20 segundos, com aviso na tela) e só então fecha.
  • A abertura do sistema mostra uma janela com o andamento de cada etapa até a tela de login, em vez de ficar em branco.
  • O sistema passou a guardar um registro dos passos da abertura (pasta Log, arquivo abertura.log). Se travar, o suporte descobre em que ponto foi sem precisar reproduzir o problema.
  • Boleto Mercado Pago: a consulta automática da situação dos boletos não segura mais a tela, e um recebimento feito à mão durante a consulta não é mais sobrescrito.
  • Terminal com versão diferente da do servidor não entra mais: o login avisa qual é a versão de cada um e oferece atualizar na hora. Antes a conferência olhava só a estrutura do banco, e um terminal com programa antigo passava.
  • A tela de entrada de XML de compra não abria ("Error reading MnuDevolucaoXML.OnClick"). Corrigido.
  • A versão e a licença na barra do topo não saem mais cortadas.
  • As telas de relatórios (Vendas, Produtos e Financeiro) e a tela do IBPT ganharam o visual novo do sistema: título, fechar no X do topo (ou Esc) e botão Imprimir maior.
  • O backup feito ao fechar o sistema ficou quase três vezes mais rápido, e a janela não fica mais "Não respondendo".
  • Corrigida uma falha que fechava o sistema com erro.
  • Os arquivos temporários da impressão em tela (DANFE) passaram a ser apagados depois do uso, em vez de ficarem acumulando na pasta do sistema.
Venda e cupom fiscal

Venda e cupom fiscal

  • Se der qualquer problema ao emitir a NFC-e, agora aparece uma mensagem na tela explicando o que aconteceu. Antes a venda fechava sem avisar nada, e só depois se descobria que a nota não havia saído.
  • Quando a SEFAZ não responde, a pergunta da contingência ficou mais direta: "Não foi possível acessar a SEFAZ no momento. Verifique sua conexão com a Internet. A falha pode estar relacionada à falta ou instabilidade da Internet ou, eventualmente, à indisponibilidade da própria SEFAZ." A janela vem em vermelho, como as demais mensagens de falha, em vez do azul de confirmação.
  • Nota autorizada pela SEFAZ não fica mais pendente quando a autorização chega por consulta (nota repetida, queda de internet): o sistema grava a autorização, baixa o estoque e conclui a venda. Antes a venda podia não fechar, com a nota já válida na SEFAZ.
  • Pagamento no cartão: se a nota não for transmitida, o sistema avisa na hora. O pagamento continua aprovado na maquininha e a venda fica gravada.
  • A nota só vai para contingência (emissão sem internet) se o operador do caixa autorizar. Antes isso podia acontecer sozinho, sem ninguém saber.
  • Cupom pago com forma do tipo "Troca" não sai mais com o pagamento lançado em dobro.
  • Venda paga com dinheiro e depósito ao mesmo tempo: cada forma declara o próprio valor no cupom.
  • Se a gaveta não abrir ou o cupom não sair na impressora, o sistema diz o que não aconteceu, em vez de fechar a venda em silêncio.
  • Digitou letra ou código de barras no campo de desconto ou acréscimo? O sistema avisa, em vez de simplesmente ignorar o que foi digitado.
  • Cartão parcelado: se a forma de pagamento não estiver no cadastro, o sistema avisa e não lança o parcelamento errado.
  • O CPF/CNPJ que vai na nota não corre mais o risco de sair o de outro cliente.
  • O fechamento da venda ficou mais rápido.
Nota fiscal (NF-e)

Nota fiscal (NF-e)

  • Gravar a nota e transmitir na sequência podia terminar com "Access violation" logo depois de a nota ser autorizada: a tela já havia sido fechada e o sistema ainda tentava mexer nos botões dela. A nota saía normalmente, mas o operador via um erro. Corrigido.
  • Nota autorizada "fora de prazo" (código 150) passa a ser aceita como autorizada. Antes era tratada como recusa, e a nota ficava aberta aqui mesmo estando válida na SEFAZ.
  • Nota a prazo agora lança as parcelas no Contas a Receber. Antes as parcelas apareciam na nota, no DANFE e no boleto, mas não entravam no financeiro: não existia título para receber, não somava no limite de crédito do cliente e não entrava na cobrança.
  • Nota a prazo: antes de transmitir, o sistema confere se a soma das parcelas fecha com o total. Se a nota foi alterada depois de gerar as parcelas, ele avisa e manda gerar de novo, em vez de levar uma recusa da SEFAZ.
  • As parcelas passam a aparecer na lista assim que são geradas, e também ao abrir uma nota já gravada. Antes a lista ficava vazia e parecia que o botão Gerar não tinha feito nada — as parcelas estavam gravadas, só não apareciam.
  • Se a nota não estiver marcada como a prazo, o sistema explica por que não gerou as parcelas, em vez de simplesmente não fazer nada.
  • Parcelas da nota: a última parcela leva a diferença de centavos, para a soma fechar exatamente com o total.
  • Emissão em contingência: o DANFE é impresso e o sistema explica o que fazer quando a SEFAZ voltar. Antes a tela não dizia nada.
  • Se o estoque não puder ser baixado depois de a nota ser autorizada, a mensagem diz exatamente isso — antes parecia falha de transmissão, e o operador transmitia a nota de novo.
  • Nota com muitos produtos agora gera a segunda folha, com o cabeçalho e os títulos das colunas repetidos. Antes a lista de produtos era cortada e o resto não aparecia.
  • Nota que nasce de uma venda do PDV não baixa mais o estoque duas vezes.
  • Nota com muitos itens ficou mais rápida: a tela não trava mais item a item ao renumerar.
Lista e consulta de NF-e

Lista e consulta de NF-e

  • Clicar no título da coluna agora ordena e localiza por aquela coluna mesmo. Antes estava trocado: "Cliente" procurava pela data de saída e "Total" pelo protocolo.
  • A lista volta a responder quando a data do período está incompleta: o sistema avisa em vez de simplesmente não atualizar nada.
  • Abrir uma nota para alterar não troca mais a série dela. Em nota de contingência, isso mudava a chave na hora de transmitir.
  • Duplicar nota: a cópia deixa de nascer amarrada à venda da nota original (era isso que impedia a baixa de estoque e o lançamento no financeiro), e ou copia tudo, ou não copia nada.
  • Inutilização de numeração: o sistema confere a faixa na empresa e na série certas, e avisa quando o número já foi emitido.
  • Carta de correção: o sistema exige os 15 caracteres que a SEFAZ pede, em vez de mandar e receber a recusa.
  • Cancelar uma nota não deixa mais a lista de itens travada.
  • Fechamento do mês: saiu uma espera fixa de 5 segundos que travava a janela sem motivo.
Cancelamento de nota e de cupom

Cancelamento de nota e de cupom

  • A tela da justificativa ficou no padrão do sistema: mostra o número e o cliente, tem campo grande, contador de caracteres e não deixa enviar um texto curto demais para a SEFAZ.
  • A justificativa já vem preenchida com ERRO DE DIGITACAO, o motivo mais comum: é só confirmar ou escrever outro.
  • No cupom, fechar a caixa sem escrever nada chegava a mandar o cancelamento para a SEFAZ sem justificativa, e voltava rejeitado. Agora não sai.
  • Nota cancelada retira do Contas a Receber as parcelas que ela tinha gerado. As que já tiveram recebimento continuam lá, e o sistema diz quais são, para o caixa conferir e estornar.
Consulta e retransmissão de NFC-e

Consulta e retransmissão de NFC-e

  • Quando uma nota não é transmitida, a tela agora mostra o MOTIVO em vez de apenas informar que falhou.
  • Transmissão de várias notas de uma vez: no fim aparece um resumo com quantas foram transmitidas, quantas não foram e o motivo de cada uma.
  • Retransmitir uma nota pela consulta voltou a levar os dados da Reforma Tributária. Antes eles eram perdidos na remontagem e a nota seguia sem esses campos.
  • Data em branco ou incompleta nos filtros e relatórios: o sistema diz qual campo corrigir e em que formato, em vez de mostrar um erro técnico.
  • Fechamento do mês: saiu uma espera fixa de 5 segundos que travava a janela sem motivo.
  • A tela ficou mais rápida ao gravar e ao percorrer os itens.
Manifestação do destinatário

Manifestação do destinatário

  • A consulta por lote não traz mais as mesmas notas toda vez: o sistema passou a guardar corretamente até onde já buscou na SEFAZ. Antes o controle voltava atrás sozinho ao manifestar ou ao gerar compra de uma nota antiga.
  • A manifestação só é marcada como feita quando a SEFAZ confirma o registro. Se ela recusar, a nota continua pendente e o motivo aparece na tela — antes a tela ficava muda e a nota saía da lista.
  • Ler XML: quando a SEFAZ devolve só o resumo da nota, o sistema explica que o XML completo sai depois da manifestação, em vez de gravar um arquivo que a importação não consegue usar.
  • O botão "Ler XML" fica desabilitado em nota que já virou compra ou foi desconhecida.
  • A busca da lista espera você terminar de digitar, em vez de consultar a cada letra.
Devolução de compra

Devolução de compra

  • A devolução aberta pelo botão direito na lista de XMLs passa a ser CONCLUÍDA ao gerar a nota. Antes ela ficava aberta para sempre, mesmo com a NF-e de devolução emitida.
  • O saldo da compra só é abatido quando a devolução é concluída. Antes bastava digitar as quantidades e fechar a tela para a compra aparecer como já devolvida.
  • Clicar em Importar de novo não duplica mais os itens: o sistema pergunta e substitui a lista.
  • Se algo falhar no meio da importação, nada fica gravado — antes a devolução podia ficar com parte dos itens.
  • A mensagem de quantidade maior que a comprada agora é um aviso normal, e não um erro de sistema.
Impostos

Impostos

  • ICMS-ST passou a usar a alíquota do estado de destino, como manda a legislação.
  • Reforma Tributária: a classificação do produto e a alíquota do município passaram a ser lidas corretamente.
  • Reforma Tributária: os totais de IBS e CBS da nota fecham exatamente com a soma dos itens, evitando rejeição da SEFAZ.
Venda a prazo

Venda a prazo

  • Ao fechar uma venda a prazo, a tela de parcelas já abre gerando as parcelas. Antes ela perguntava "deseja gerar parcelas?" e, respondendo Não, a venda seguia sem nada no contas a receber.
  • Se a tela de parcelas for fechada sem gerar, o sistema avisa que a venda ficaria sem cobrança, em vez de fechar em silêncio.
  • Fechar a tela pelo X agora passa pela mesma conferência do botão Avançar: a soma das parcelas tem de fechar com o total da venda.
  • Forma de pagamento cadastrada sem o número de parcelas: aparece uma mensagem pedindo o número, em vez de um erro no meio do fechamento da venda.
  • As parcelas são gravadas todas ou nenhuma. Se der qualquer problema no meio, nenhuma fica gravada e o sistema diz o que aconteceu.
  • Em empresas com mais de um CNPJ no mesmo sistema, as parcelas passam a nascer na empresa da venda.
  • Se uma forma de pagamento usada na venda não estiver mais no cadastro, o sistema diz QUAL é, em vez de apenas recusar o fechamento.
Contas a receber

Contas a receber

  • Imprimir (F4) dava "Access violation" depois da visualização, marcando ou não os títulos. Corrigido. E, quando não dava erro, o sistema podia imprimir na bobina mesmo tendo sido escolhido o A4 (ou o contrário).
  • A pergunta da impressão ficou clara: "Escolha em qual impressora deseja imprimir", com os botões Impressora A4 e Impressora 80MM. Antes eram Confirmar/Cancelar, e era preciso saber que "Cancelar" queria dizer A4.
  • Fechar essa janela no X ou no Esc agora não imprime nada. Antes, fechar caía no A4 sem querer.
  • O cabeçalho da visualização agora diz o que está sendo impresso — "Relatório de Contas a Receber", "Carnê", "Pedido de Venda" — em vez de um nome interno do sistema.
  • Estorno de recebimento: agora é feito por inteiro ou não é feito. Antes, um problema no meio podia deixar o recebimento apagado e o título ainda marcado como recebido.
  • O estorno também deixou de dizer "efetuado com sucesso" quando não havia recebimento para estornar.
  • O botão Estornar só fica disponível em título que realmente tem recebimento.
  • Impressão da lista: se algo der errado, aparece o motivo. Antes a tela dizia "Relatório impresso com sucesso" mesmo quando não imprimia.
  • A pesquisa por Histórico voltou a funcionar — o campo não aceitava letras.
  • Pesquisa por valor, juros, desconto ou saldo: digitando texto, o sistema avisa em vez de dar erro de banco.
  • Clicar no título "Emissão" leva o foco para o campo de período, que é quem filtra data.
  • O botão Atualizar volta para o mesmo título em que você estava, e avisa quando ele saiu do filtro.
  • Marcar todos os títulos da lista ficou bem mais rápido.
  • Cobrança por WhatsApp: em empresas com mais de um CNPJ, cada uma cobra somente os seus títulos. E clientes com código acima de 99999 passaram a ser cobrados (antes eram ignorados em silêncio).
  • A mensagem de cobrança agora diz "Total destas parcelas", porque o valor enviado é o das parcelas marcadas na lista.
  • Baixa de título: valor digitado com ponto de milhar (1.234,56) era entendido como zero e a baixa saía menor. Agora é aceito.
  • Baixa com forma de pagamento que não está mais no cadastro: o sistema recusa e avisa, em vez de lançar no caixa com dados de outra forma.
  • Baixa parcial: o título gerado com o saldo restante agora pode ser alterado e aparece nos filtros por tipo.
  • Cadastro de título em várias parcelas: todas são gravadas ou nenhuma, e nascem na empresa certa.
  • Comprovante de entrega não sai mais com endereço de outro cliente quando o cadastro não é encontrado.
  • O relatório de contas a receber mostra no cabeçalho o filtro usado (cliente, tipo, período e pesquisa).
Contas a pagar

Contas a pagar

  • O cabeçalho da visualização agora diz "Relatório de Contas a Pagar", em vez de um nome interno do sistema.
  • Se algo impedir a impressão da lista, aparece o motivo. E, se o arquivo de layout do relatório estiver faltando na instalação, a mensagem diz qual é o arquivo, para o suporte resolver na hora.
Cadastro de clientes e fornecedores

Cadastro de clientes e fornecedores

  • As marcações "Oficina de Motos", "Marmoraria" e "Orçamento Padrão", na tela da Empresa, não gravavam de verdade: marcar não ligava o recurso. Corrigido. Se a sua empresa usa um desses modos, abra a tela da Empresa, confira a marcação e grave.
Produtos e grade de tamanhos

Produtos e grade de tamanhos

  • A grade de tamanhos voltou a funcionar no cadastro do produto. Antes ela desaparecia ao salvar.
  • Ao vender um produto de grade, a tela agora mostra a QUANTIDADE EM ESTOQUE de cada tamanho.
  • O tamanho escolhido aparece no grid da venda no PDV.
Sobre esta janela

Sobre esta janela

  • Esta tela aparece uma vez por versão, depois de atualizar. Marque "não mostrar novamente" se não quiser vê-la de novo nesta versão. Ela volta na próxima atualização.
  • Para reabrir quando quiser: menu Ajuda, opção Novidades da versão.